CAA/MG em defesa das pessoas com autismo

 Em Institucional

Em razão do Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado no dia 02 de Abril, a fachada da sede da Caixa de Assistência dos Advogados de Minas Gerais (CAA/MG), estará, durante todo o próximo mês, iluminada pela cor azul. A cor é o símbolo da luta das pessoas autistas por seus direitos.

O autismo é mais frequente no gênero masculino, por isso a escolha do azul, que colore monumentos e prédios em todo o mundo na época. Engajada nas causas sociais, e trabalhando diariamente pela inclusão de pessoas com deficiência na sociedade, a CAA/MG aderiu à campanha a fim de mobilizar a sociedade para romper barreiras e batalhar contra a discriminação.

Reuniões, palestras e ações são realizadas mundialmente no dia dedicado aos autistas, visando a conscientização das pessoas de que a deficiência não deve impedir o desenvolvimento do potencial do indivíduo.

O autismo

Ainda não foi detectada a causa do autismo, mas sabe-se que trata-se de uma disfunção no sistema nervoso, que não tem cura, mas pode ser controlada. Há vários graus da doença, podendo o indivíduo apresentar características variadas dependendo de quanto é afetado.

Quando identificada e tratada antes dos sete anos, as consequências geradas pela doença são menores que aquelas que vão surgindo no decorrer dos anos. Para controlar algumas situações vividas por autistas, como problemas na fala ou no relacionamento social, são indicados acompanhamentos psicológicos e psiquiátricos, com auxílio de terapia ocupacional e orientação nutricional.

Personalidades das mais diversas áreas também são/foram autistas e conseguem/conseguiram conviver com as circunstâncias impostas a elas, porém com controle e tratamentos adequados, como o jogador de futebol, Messi, o fundador da Google, Steve Jobs, e o gênio Einstein (característica comum: facilidade com números). A batalha marcada pelo dia 02 de abril busca a igualdade de oportunidades na vida do autista, que pode trabalhar, estudar e criar uma família. Para alcançar a meta, o primeiro passo é acabar com a discriminação que sofrem até os dias de hoje; crianças são rotuladas nas escolas, desrespeitadas, e acabam sendo excluídas, e ainda adultos, são vítimas do preconceito.

“Quando entendermos os autistas, saberemos que eles são como nós, com algumas características diferentes, e então iremos respeitá-los, por isso, qualquer tipo de divulgação ou representação cooperam para o esclarecimento da sociedade”, declara a presidente da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB/MG, e procuradora da Caixa de Assistência/MG, Ana Lúcia de Oliveira, que faz analogia ao “quebra-cabeça”, outro símbolo do autismo que representa a importância de entender como eles raciocinam e se expressam.

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