CAA na campanha de combate ao fumo

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José Luiz Ribeiro de Melo, diretor suplente da Caixa de Assistência dos Advogados de Minas Gerais, abandonou o cigarro há três anos. Agora ex-fumante, o advogado definiu o vício com as seguintes palavras: “O doce prazer de fumar é uma ilusão, o doce prazer de parar de fumar é o doce prazer de viver”.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável no planeta, sendo considerado, portanto, um problema de saúde pública. Segundo dados do Ministério da Saúde, estima-se que cerca de 200 mil pessoas morram todo o ano no Brasil em decorrência do fumo. Esse valor salta para cerca de 4,9 milhões em perspectiva mundial.

A maioria dos fumantes já ouviu falar sobre os malefícios do tabagismo, alguns dizem não aguentar mais ver e ouvir advertências do Ministério da Saúde sobre os riscos do hábito de fumar. Há também os que têm consciência de que esse vício traz graves problemas à saúde, causa inúmeras doenças e até a morte. Contudo, mesmo diante de todos esses alertas, milhares de pessoas continuam fumando, por vários motivos e para lidar com muitas situações.

No dia 29 de agosto é comemorado, no Brasil, o Dia Nacional de Combate ao Fumo, uma data instituída em 1986 com o objetivo de conscientizar e mobilizar a população sobre os riscos decorrentes do uso do cigarro.

O cigarro libera cerca de 4.700 substâncias tóxicas, sendo 45 delas pré-cancerígenas. A nicotina, responsável pela dependência química, dentre outros elementos, prejudica a saúde, resultando em doenças e em sintomas como: menor resistência física, menos fôlego, pior desempenho em esportes e na vida sexual. O fumante além de praticar um ato nocivo à própria saúde, prejudica também o não-fumante ao seu lado, expondo-o às mesmas doenças respiratórias.

A farmacêutica da Drogaria Santo Ivo, unidade Belo Horizonte, Elaine Moreira Magalhães destaca que em muitos casos o fumante deve procurar um médico especialista, para abandonar o vício.

“Existem vários tratamentos com acompanhamento médico e uso de medicamento para controle de ansiedade. Também há tratamentos alternativos com uso de goma de mascar e adesivos de nicotina, por exemplo. Só um médico poderá aconselhar o que é melhor para cada paciente”, enfatizou Elaine.
Sem fumar há três anos, o diretor da CAA Vanguarda destaca os benefícios: “hoje sinto o cheiro e o sabor dos alimentos, voltei a ter paladar, tenho mais disposição e minha vida está melhor”.

E a Caixa de Assistência dos Advogados de Minas Gerais entra na campanha e faz o alerta: Nunca é tarde para deixar de fumar. Advogada e advogado, encontre as suas razões e fique livre das ações danosas do cigarro!

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